Secretaria da Cultura

Aqui a história tem sotaque!



Plano Museológico.

Caro (a) Pesquisador (a),

Para aprimorar o acesso às informações do nosso acervo, a equipe do Museu do Imigrante comunica os procedimentos de pesquisa adotados pela instituição:

O horário de atendimento a pesquisadores ocorre de segunda à sexta-feira, das 08h00min às 11h30min, retornando às 13h30min até às 17h30min.

Porém, como estamos em processo de informatização do acervo, solicitamos que você entre em contato por e-mail ou pelo telefone do Museu para organizarmos os dados para você, que serão disponibilizados o mais breve possível.

Confirmados os dados, você poderá retirá-los por meio de pen drive, fotografia (sem flash), ou caso sejam poucas informações, podemos encaminhá-las para seu e-mail.

O serviço é totalmente gratuito. Lembramos que é obrigatório citar o Museu do Imigrante como fonte de pesquisa.

Em breve, disponibilizaremos a descrição do acervo do Museu do Imigrante.

Contato:

E-mail: museudoimigrante@bentogoncalves.rs.gov.br

Telefone: (54) 3451-1773




Planejado para ser um dos marcos das comemorações do centenário da imigração italiana em 1975, o Museu do Imigrante representa hoje a casa da memória de Bento Gonçalves.

Boa parte da história do município está contada por meio de artefatos, documentos e imagens que espelham os hábitos, os costumes, o trabalho e a religiosidade dos italianos que começaram o desenvolvimento dessa cidade no quarto final do século 19.

Tudo está acondicionado num prédio datado de 1913, construído pelo governo do Estado, através da Escola de Engenharia da UFRGS, para ser a Estação de Sericicultura. Em 1917, passa-se a denominar Escola Agrícola e Zootécnica, mas em meados da década de 1920 os negócios não andavam bem e o Estado ordena seu fechamento, repassando o patrimônio à prefeitura.

No início dos anos 1930 foi "anexo do Hotel de Veraneio Planalto". Decorridos poucos anos, o hotel sofreu um incêndio e foi destruído totalmente, permanecendo o prédio do atual museu, o qual ainda abrigou diversas famílias e atividades comerciais antes de ser destinado, em 1975, para abrigar o museu.

O marco inicial foi uma exposição de curta duração, para chamar a atenção das autoridades e da população sobre a importância do patrimônio legado pelos pioneiros colonizadores, realizada na Primeira Semana do Município em outubro de 1968, na gestão do prefeito Milton Rosa. Os objetos, documentos de família e fotografias coletadas ou recebidos em doação para o evento deram início à coleção do museu. O local escolhido deu-se em atenção a Pedro Koff, seu primeiro diretor, que reivindicara junto à prefeitura, para este fim desde 1968, o prédio subsistente da Antiga Estação de Sericicultura.    

Criado pelo Decreto Municipal nº 566, de 18 de dezembro de 1974, o museu foi aberto no dia 21 de maio de 1975. Permaneceu vinculado à Secretaria Municipal de Educação até passar para a Fundação Casa das Artes, em 1987, entidade que o mantém e rege até os dias atuais. Naquele mesmo ano, o museu é restaurado sob orientação técnica dos arquitetos do IPHAN - 12ª Coordenadoria Regional de Porto Alegre, tendo os espaços físicos redefinidos e recebendo nova expografia e a denominação "Museu Histórico Casa do Imigrante". O processo de tombamento é concluído em 2005, mesmo ano em que o espaço passa a se denominar Museu do Imigrante.

Em 2009, o prédio que já dava sinais de desgaste teve parte de sua estrutura fechada ao público a fim de que estivesse à disposição para o início de sua recuperação.

As primeiras recuperações ocorridas no prédio se deram em 2010: a troca do telhado foi feita com recursos da própria FCA. Tanto em 2011 como em 2012 não foram captados recursos via lei Rouanet, mas em 2013 a conquista chegou a quase R$ 500 mil, o que impulsionou o início das obras a partir de agosto de 2014, ocorrendo a retirada e a recuperação das aberturas de madeira. Em setembro do ano seguinte começou o restauro geral do prédio, com trabalhos como remoção de alvenarias, do reboco interno e externo degradados, remoção de pisos e azulejaria, da tubulação hidráulica, entre outros trabalhos.

O museu, após quase seis anos fechado, é devolvido à comunidade no dia 25 de junho de 2016, voltando a ser um reduto da presença histórica dos italianos no município.

Horário de visitação: de terça-feira à sábado, das 8h às 11:45h e das 13:30 às 17:45. Entrada gratuita.
 
Atualmente você encontra no Museu:
 
* Mais de 15 mil itens de acervo histórico, preservados nas salas de exposição permanente, reserva técnica, arquivo fotográfico, mapoteca, discoteca e biblioteca versando sobre cultura regional.

* A Loba Romana um importante monumento em bronze cromado, símbolo da versão lendária da fundação de Roma, foi presente do governo italiano, no Centenário da Imigração Italiana, no RS, em 1975



* O cotidiano resgatado nas salas de gaitas, arte sacra e ofícios, vinho, trabalho, cozinha e quarto, em peças de vestuário, luminárias, louças e objetos pessoais doados, geralmente, por anônimos que fizeram e fazem a história de Bento Gonçalves.











Horário de funcionamento
Terça-feira a sábado 
Manhã: 8h às 11h45min
Tarde: 13h30min às 17h45min
Telefone: (54)3451.1773